Lisboa entra na rota das escravas sexuais

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Garotas de Programa em Portugal

No dia 04 de janeiro de 2018 o site do CM Jornal lançou esse artigo onde relata o problema das vítimas trazidas por redes organizadas que são forçadas à prostituição na Europa Central.

A detenção de um imigrante nigeriano no aeroporto de Lisboa, no dia a seguir ao Natal, fez soar os alarmes. Acabado de chegar num voo de Casablanca, estava acompanhado por três mulheres, da mesma nacionalidade, cujo destino era a exploração sexual em França e na Alemanha. Foi o sétimo suspeito detido pelo SEF ao longo de 2017 nestas circunstâncias, depois de anos sem qualquer caso semelhante.

Segundo o CM apurou, as autoridades acreditam que Portugal está a ser utilizado como uma plataforma giratória para fazer entrar escravas sexuais no continente europeu e o aeroporto de Lisboa é a porta de entrada. A investigação já está nas mãos do Ministério Público.

Os sete detidos durante o ano passado são todos africanos – sobretudo da Nigéria e outros países da zona do Golfo da Guiné, tal como as vítimas, – mulheres jovens, quase sempre com menos de 20 anos e, de acordo com o SEF, “em situação de excecional vulnerabilidade, em razão da sua situação socioeconómica” – que são atraídas com promessas de trabalho bem remunerado na Europa, mas que acabam nas mãos das redes criminosas.

Fonte do SEF adianta que esta situação “é potenciada pelo número de rotas e de passageiros oriundos desses países, que aumentou nos últimos anos“.

“Ao mesmo tempo há uma maior atenção a este tipo de crime e o facto de casos semelhantes terem sido detetados noutros aeroportos europeus, o que leva os criminosos a mudar de rota para conseguir entrar na Europa”, acrescenta a mesma fonte.

PORMENORES

Asilo é esquema Algumas das vítimas que chegam a Portugal fazem o pedido de asilo afirmando ser menores. Mas desaparecem antes da decisão final. Nessa altura já estão fora do País.

Vudu e dívida

A investigação a redes desmanteladas nos últimos anos na Europa permitiu perceber que as vítimas ficam com uma dívida de 50 mil euros ao grupo e são ameaçadas de morte com rituais de bruxaria.

Formação

Acácio Pereira, presidente do Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do SEF, diz que os inspetores tiveram “formação para estes casos, mas é preciso mais investimento“.

Fonte: CM Jornal ( leia artigo completo )

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