Sindicato da hotelaria exige legalização de trabalhadores imigrantes

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Muitos destes trabalhadores, na maioria de nacionalidade brasileira, chegam a Portugal com visto de turista e ficam por cá a trabalhar ilegalmente. E denuncia que estes trabalhadores, na maioria de nacionalidade brasileira, chegam a Portugal com visto de turista e “ficam por cá a trabalhar ilegalmente”.

O número de trabalhadores imigrantes tem vindo a crescer muito nos hotéis restaurantes, cafés e pastelarias nos últimos três anos”, revela o Sindicato de Hotelaria do Norte, dando conta que muitos destes trabalhadores, na maioria de nacionalidade brasileira, “chegam a Portugal com visto de turista e ficam por cá a trabalhar ilegalmente”.

No âmbito da sua actividade na defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores imigrantes, o Sindicato da Hotelaria do Norte promoveu nesta quarta-feira, 22 de maio, na sua sede, uma sessão de esclarecimento sobre a nova legislação de vistos para os trabalhadores imigrantes com a presença de Manuel Sola presidente da Comissão Nacional para a Legalização de Imigrantes.

Em comunicado, o sindicato dá conta que os trabalhadores imigrantes são hoje a maioria nas empresas parceiras da Uber eats e Glovo e outras multinacionais que se instalaram em Portugal na distribuição de refeições ao domicílio.

Há trabalhadores muito vulneráveis, com muitas dificuldades de fazerem face às despesas com o alojamento e alimentação”, realça, acrescentando que há trabalhadores a dormirem sem condições mínimas de higiene e habitabilidade, em escritórios de empresas ou quartos alugados sem mínimas condições.

O Sindicato de Hotelaria do Norte denuncia  “muito patronato do setor aproveita-se da situação fragilizada destes trabalhadores e explora-os até ao tutano, mantendo-os a trabalhar ilegalmente”. Em comunicado, constata que esta situação é constatada por vezes mais de um ano, sem descontos para a segurança social, sem seguro contra acidentes de trabalho, a trabalhar 10, 12 e 14 horas diárias, sem pagamento de trabalho suplementar, sem férias, subsídio de férias e de Natal.

“E  quando estes reclamam os seus direitos são despedidos selvaticamente, ou ameaçados de retirarem o alojamento ou denúncias às autoridades e expulsão do país, como aconteceu recentemente no Restaurante Miradouro Ignez no Porto”, conclui, dando conta de que o sindicato tem vindo a denunciar tais práticas ilegais e violentas do patronato e tenta defender os direitos destes trabalhadores na contratação coletiva, como é o caso da proibição de retirar ou agravar o alojamento e o direito a acumular de férias de dois anos para poderem gozar com a família nos seus países de origem.

Fonte: O Jornal Económico

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